Reviravoltas deixadas de lado: tudo se resolve com uma boa aula de Francês. Novos coleguinhas, novo horário, novo professor, nova escola - novidades.
Qualquer dia desses, encarno um pseudo-Policarpo Quaresma e mando uma proposta para votação: o Francês como terapia. Que língua linda! Tem a cara da cultura, a musicalidade é tão palpável, tão incoerente o exagero de letras e a concisão de pronúncias - uma série de pormenores tão especiais... J'adore!
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