Depois de anos, olhar para o mesmo com o olhar maduro. Saber que os defeitos são inerentes e sempre foram - mas debaixo da poeira acumulada pelo tempo, ainda há suntuosidade. E resgatar, na imagem já tão desgastada, as mesmas sensações de quando era tudo primeira vez.
Cíclico. Único. Verdadeiro. Eis-me. Ei-lo. E, já que a vida nunca mais poderá ser a mesma, que seja mesmo assim.
Feliz de novo. Sem muita explicação.
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