Sozinha, ela fumava e escrevia, ouvindo “Dancing in the dark” da Diana Krall... Olhando nuvens rosadas pela janela da área de serviço. Sentindo-se a própria GH da Clarice. E sonhando que sua fumaça se juntava às nuvens e ia longe – e com ela, um pedaço do que já a pertenceu. E a lua se encobriu de fumaça, de nuvem - e de silêncio.

Boba. Sozinha porque quer.
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